Gebre Selassie, o primeiro checo de cor

Há umas décadas seria quase impensável imaginar que um negro pudesse jogar pela então Checoslováquia unificada, campeã da Europa em 1976 graças ao célebre penalty de Panenka. Hoje, dada a constante e crescente globalização e circulação de cidadãos entre os diversos continentes, essa realidade já não espanta tanto.

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